quem somos
Nossos Valores
Valorizamos o Estudo Bíblico como principal meio de crescimento e maturidade na fé. Valorizamos a oração como estilo de vida de um verdadeiro cristão, por isso encorajamos as reuniões de oração, as vigílias, os retiros espirituais, o jejum como meio de cultivar a saúde espiritual de nossa igreja.
Valorizamos uma vida de santidade, pois a integridade autentica a nossa pregação. Valorizamos a Família como nossa primeira responsabilidade diante de Deus, por isso desenvolvemos ministérios que sustentem a fé dos casais, pais e filhos. Valorizamos o Evangelismo como nossa principal alegria e paixão, por isso somos uma igreja criativa nas várias maneiras de falar de Cristo. Valorizamos um ambiente de amor em nossa igreja, por isso cultivamos a simpatia, a comunhão, uma calorosa recepção de nosso convidados.
Valorizamos os dons espirituais de cada membro do corpo de CRISTO, por isso somos uma igreja orientada por ministérios. Valorizamos o suprimento das necessidades humanas, por isso oramos pelos enfermos e necessitados, procurando supri-los dentro de nossas possibilidades. Valorizamos cultos inspiradores dedicados a Deus, para o crescimento da fé cristã através dos louvores e pregação da Palavra.
Nossa história
Temos o hábito de pensar que as histórias de avivamento, conversões e crescimento da Igreja fazem parte do passado, e que talvez o poder de Deus hoje não seja o mesmo. A história da Igreja Missionária Evangélica Maranata nos mostra que: “Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre.” Heb 13:8
O Espírito Santo continua usando pessoas comuns como nós para que o Evangelho do Reino de Deus se estabeleça na terra e para que o mundo creia que Jesus é o filho de Deus.
AS PERSEGUIÇÕES RELIGIOSAS NÃO DETÊM O PODER DE DEUS
A construção da Primeira Igreja Presbiteriana na cidade atraiu o ódio religioso de uma cidade vizinha. Eles planejavam apedrejar a Igreja. Um surto de febre amarela assolou a pequena Conservatória, e as autoridades sanitárias não permitiam que ninguém saísse ou entrasse na cidade. Essa quarentena foi a providência Divina para acalmar os ânimos dos que planejavam atacar a pequena Igreja e também para manter o jovem Aulino, um dos filhos de Maria Paulina, montando guarda na porta da Igreja com a finalidade de proteger sua mãe. Lição 12 – A História da Igreja Maranata 155
Como a Palavra de Deus é mais penetrante do que uma espada de dois gumes, o jovem Aulino também entregou a sua vida ao Senhor Jesus Cristo. Mais tarde, ele veio a se casar com Venina Pires de Souza, criando seus filhos na Palavra de Deus. Entre estes, Zenilda de Souza Brito que, com seu esposo, Acyoli Brito, deram início a esta obra de Deus.
O CASAL ACYOLI E ZENILDA BRITO SÃO BATIZADOS COM O ESPÍRITO SANTO
Corria o ano de 1963. O casal Acyoli e Zenilda Brito estava retornando de sua cidade natal, a pequena Barra do Piraí, no Estado do Rio. Voltavam tristes e derrotados, pois naquele dia eles tinham passado por uma triste experiência. O irmão mais novo de Acyoli se envolvera com feitiçaria e os havia recebido com palavras desconexas. Parecia que uma opressão maligna se apoderara do seu irmão caçula, o que fez Acyoli e Zenilda ficarem perplexos. Contudo, Deus transformou aquela aparente derrota em vitória, fazendo-os buscar uma experiência mais poderosa com o Senhor Jesus.
Acyoli e Zenilda começaram a participar ativamente de reuniões de oração, nas quais os crentes renovados pelo Espírito Santo glorificavam a Deus em reuniões pentecostais, buscando um avivamento espiritual. Logo o casal foi cheio do Espírito Santo. Ambos, batizados com poder, passaram a ter uma grande fome pelo estudo da Bíblia, pelas orações e pelas manifestações dos dons espirituais. Pelo poder da oração, seu irmão mais moço foi liberto daquela opressão maligna, o que resultou na conversão do velho Antônio Brito, pai de Acyoli, com quase 80 anos.
O AVIVAMENTO ESPIRITUAL IMPULSIONOU A CRIAÇÃO DA MARANATA
Naquela época, um avivamento espiritual varria as igrejas evangélicas. Em Minas Gerais, o Pr. José Rego do Nascimento era um dos precursores do avivamento entre os evangélicos tradicionais. Por todo o Brasil, Deus estava “despertando” homens e mulheres para a oração e para a leitura da Bíblia, e, como consequência, milhares estavam tendo a mesma experiência pentecostal. As pessoas recebiam o batismo com o Espírito Santo, orando em novas línguas e manifestando os dons espirituais. Surgiram centenas de reuniões de orações nas igrejas e nos lares, e diversos líderes se levantaram. Até então, somente igrejas chamadas pentecostais admitiam o batismo com o Espírito Santo e o dom de línguas. Somente em igrejas como a Assembleia de Deus, Igreja do Evangelho Quadrangular, entre outras, orava-se, com ênfase, pelos enfermos. Essas experiências ficavam restritas a esses grupos. Agora, no entanto, o poder de Deus se disseminava também entre os demais evangélicos. Presbiterianos, Batistas, Congregacionais, Metodistas, enfim, todas as denominações estavam convivendo com grupos ávidos por oração e pela busca de experiências mais profundas com o Espírito Santo. Esse aviva¬mento era gerado também por uma insatisfação pessoal, pelo comodismo ou falta de poder espiritual. Lógico que essa nova época acabou gerando crises. Surgiram, então, os “Batistas Renovados”, os “Metodistas Wesleyanos”, os “Presbiterianos Renovados”, etc., com convenções próprias. Alguns grupos, como o de Acyoli e Zenilda, permaneceram independentes, ajudando a ge¬rar, assim, as diversas igrejas independentes que surgiram após essa época. Contudo, o mover do Espírito Santo foi mais forte do que os obstáculos. Ninguém poderia deter a obra do Espírito!